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Quanto custa um aplicativo?

O aquecimento no mercado de aplicativos é um reflexo da grande popularidade entre os usuários. De acordo com o NY Times, do tempo de utilização de um smartphone, 90% é gasto em aplicativos. Isso gera uma alta produção de apps, mas, quanto custa um aplicativo?

Se você buscar por essa pergunta na internet, os resultados serão diversos, e isso tem uma razão específica para acontecer.

Para explicar melhor, vamos usar um exemplo. Ao pensar em comprar um computador, você responde a várias perguntas como: quanto ele tem de memória? quanto de HD? ele tem placa de vídeo? qual o processador? E assim por diante. A partir das respostas é possível chegar a um modelo específico, com um valor estipulado.

Assim como um computador, os custos para a criar um aplicativo são variáveis. Da mesma forma que as características de um computador podem torná-lo mais caro, às funcionalidades de um aplicativo também.

O primeiro passo é deixar sua ideia bem clara e listar todos os recursos desejados. Avalie se você quer criar um aplicativo sozinho, contratar uma empresa profissional ou freelancers para desenvolvê-lo.

Essas escolhas terão um significado importante na hora de estipular o investimento necessário para desenvolver seu app.

Dentre as características essenciais para saber quanto custa um aplicativo, estão:

  • Definir o modelo de negócios:
  • Definir funcionalidades
  • Escolher sistema operacional
  • Pensar no design
  • Painel do administrador
  • Contratar uma empresa ou freelancers?

Confira alguns fatores que determinam quanto custa um aplicativo

Qual o modelo de negócio do seu aplicativo?

Um dos primeiros passos para conseguir dinheiro com seu aplicativo é buscar uma forma de monetização que se adeque a sua demanda.

Pensar no modelo de negócio irá auxiliar na busca por investidores e a fazer uma divulgação mais efetiva, por exemplo.

Existem vários modelos de aplicação que que podem ser seguidas, como: Aplicativo pago, gratuito com serviço pago, com anúncios e misto

Dentro do mercado existem  alguns meios de se ganhar dinheiro com um aplicativo. Cada método é mais indicado para casos específicos.

  • Aplicativo Pago

Uma das formas mais comuns e a primeira a ser pensada na monetização de um app é o aplicativo pago.

Essa estrutura prioriza o pagamento antes da efetuação do download. Ou seja, para que o cliente tenha acesso ao seu produto é necessário que ele pague por um determinado valor para depois baixar o app.

A vantagem nesse tipo de sistema é que você irá receber por cada pessoa que realizar o download do seu app. Porém, pode não funcionar muito bem no primeiro momento.

A escolha de monetização deve ser feita com cuidado e levando em conta o tipo de produto que você oferece e seu público alvo.

Nesse caso, quando falamos em um aplicativo novo no mercado e com alguns concorrentes. A probabilidade de um bom número de downloads logo após o lançamento não é tão grande.

Os consumidores tendem a primeiro querer conhecer o produto para depois, se necessário e útil, pagar por ele.

  • Aplicativo gratuito com serviço pago

Outra maneira que pode ser utilizada como monetização é não cobrar pelo download, mas sim por algumas funcionalidades personalizadas que seu aplicativo pode oferecer.

Essa opção é mais utilizada em apps de games, em que é possível cobrar por moedas, e ferramentas extras.

Como já dito antes, na hora de escolher a melhor forma de monetização, é preciso pensar no que você irá oferecer de especial para cobrar por aquilo e se a função cobrada fará sentido aos seus usuários.

  • Aplicativo com anúncios

Uma das formas de ganhar dinheiro com aplicativos é através da publicidade. A audiência de seu app pode ser válida para empresas e produtos.

Mas, como é possível que você lucre com esse tipo de propaganda? Simples. A cada clique, download, ou compra você pode ganhar uma porcentagem por oferecer um espaço de divulgação.

Dessa forma, as impressões, ou seja, a quantidade de pessoas que visualizaram aquela propaganda, e o número de cliques contribuirá diretamente para o valor que você irá receber.

A preocupação nessa escolha é sobre o grande volume de publicidade que pode aparecer na tela do seu usuário.

Para que você consiga um valor monetário satisfatório utilizando esse método de monetização, é necessário que muitas propagandas sejam veiculadas em seu aplicativo e isso pode causar muito incômodo nos usuários que queiram utilizar o conteúdo do app.  

  • Aplicativo com versões gratuitas e pagas

Esse modelo é muito utilizado no mercado de aplicativos. Aqui o desenvolvedor necessita de duas versões do app, uma gratuita e outra paga.

Na versão free os usuários terão acesso a uma parte das funcionalidades e conteúdos do app, e poderão ser constantemente interrompidos por publicidades de diversas formas.

A versão paga chega para melhorar essa interação entre cliente e aplicativo. Todas as funções e conteúdos inéditos serão liberados e o consumidor que estiver disposto a pagar estará livre de qualquer publicidade durante o uso do app.

Defina as funções do seu aplicativo

Modelo de negócio definido, é hora de pensar nas funções que seu aplicativo irá apresentar.

Login por e-mail ou login social, localização pelo GPS, chamada com um clique e compartilhamento nas redes sociais, são algumas funções que um smartphone pode oferecer.

Existem três tipos de aplicativo:

  • Nativo. Possuem capacidade para indexar todas as funções desejadas. Por essa amplitude são considerados os mais completos.
  • Híbrido. Os híbridos têm acesso a um número limitado de funções .
  • Web App. Possuem uma limitação muito grande em relação à inclusão de funcionalidades. Dessa forma, ele se torna um modelo de app pouco explorado, ou com capacidade para alguns nichos apenas.

Defina o tipo de aplicativo e liste todas as funções que realmente serão indispensáveis.

As funcionalidades influenciam diretamente em quanto custa um aplicativo, quanto mais características tiver, mais tempo levará o desenvolvimento e mais caro será o valor final. Por isso é importante deixar apenas as funções realmente necessárias e, após a validação, novas poderão ser adicionadas.

Defina a plataforma para seu aplicativo

Agora que você e sua equipe já deixaram claro quais são as funções seu aplicativo terá, está na hora de decidir para qual ou quais sistemas ele será desenvolvido. Os principais são iOS, da Apple, e o Android, da Google.

O local em que seu público está é o principal norteador nesse sentido. É preciso fazer um estudo prévio sobre qual é o tipo de aparelho mais popular entre as pessoas que se interessaram pelo seu app.

De forma geral, na programação de um sistema iOS é mais assertiva. A base de usuários da Apple apresenta um grau de engajamento muito maior que a do Android, de acordo com The Motley Fool. Isso faz com que muitas companhias comecem com um aplicativo iOS. A versão beta é validada com uma boa base de usuários e então expandem para Android.

Toda a programação de um sistema iOS segue algumas normas específicas. O processo só pode ser realizado em um Mac, que é um equipamento bem mais caro que os computadores normais. A licença para ser um desenvolvedor é paga anualmente e o valor é maior que a licença de Android, o que faz com que esse sistema seja mais caro.

Na programação de Android há uma maior possibilidade de aparelhos, a programação é mais complexa. Apesar do engajamento ser menor, a base de usuários do Android é muito maior que a de iOS. Ainda de acordo com a Motley Fool, 44,62% do tráfego global da web vieram de smartphones Android. Esse tráfego é proveniente principalmente de mercados emergentes como Brasil e Índia.

A programação pode ser realizada em qualquer computador, a licença de desenvolvedor é um valor mais acessível em comparação com a do iOS. Isso torna os aplicativos desenvolvidos por essa plataforma mais baratos em relação a outros.

Descubra onde seus possíveis usuários estarão, o valor que você tem disponível para investir e defina qual é a melhor opção para seu negócio.

Pense no design de seu aplicativo

O design do seu aplicativo é responsável pela visualidade e interação com os usuários. É preciso haver uma conexão entre as funções escolhidas e o design intuitivo do app. Este momento é preciso pensar na experiência do usuário.

Um dos modos de conquistar bons resultados nesse sentido é baseado em pesquisas. Com o público alvo do seu aplicativo em mente, faça uma análise sobre quais aplicativos eles mais utilizam. Perceba como se dá a interface (UI) desses aplicativos e levante os pontos que atraem seus usuários, isso ajudará a definir qual será o melhor design para você.

Faça uma busca de apps do mesmo nicho de mercado que o seu e veja quais são os feedbacks a respeito da visualidade. Mantenha uma linha com que os usuários já estão acostumados, isso fará com que a utilização seja mais intuitiva.

A partir desses dados pense se você quer um design simples, padrão ou se você quer que o designer customize a interface do seu aplicativo.

Painel administrador

Dependendo do tipo de aplicativo que sua você quer, um painel administrador será necessário e muito útil. Nele é possível acompanhar os principais dados, bem como as ações de seus usuários.

Para que você possa entender, pensamos em um exemplo prático:

Idealize um aplicativo de varejo, no qual vários produtos serão comercializados, e a divisão será por tipo de produto e categorias. A partir daí você pode acompanhar quais são os produtos mais vendidos, de qual categoria são os produtos com mais saída e o lucro sobre aqueles alimentos. Ou seja, é possível acompanhar todos os pedidos, como os que já foram pagos, os que estão em aberto e os que já saíram para entrega e o local onde o produto se encontra.

Neste caso será necessário garantir algumas funções para o painel administrador. Para ter controle total dos produtos que sairam para entrega precisa existir esse comando no painel.

Com essa dinâmica baseada no controle das ações que ocorrem no app de forma geral é possível criar métricas de vendas e receitas geradas, e em cima desses dados, criar uma melhor estratégia de ação.

Empresa ou freelancer?

Agora que todas as etapas foram cumpridas gradativamente, temos o esboço do seu aplicativo pronto. Mas, um dos principais fatores na hora de descobrir quanto custa um aplicativo é onde você irá desenvolvê-lo.

Na maior parte dos casos, os clientes não possuem conhecimento o suficiente para produzirem seu próprio app e tem que escolher entre duas opções: contratar uma empresa desenvolvedora ou freelancer?

O freelancer geralmente é a opção mais barata para o desenvolvimento de um aplicativo, mas ao optar por esse método é preciso ter consciência dos riscos.

Dependendo do tamanho do seu aplicativo e as funcionalidade, bem como as plataformas, o tempo de produção pode variar muito. Quanto maior ou mais complexo for, mais desenvolvedores trabalhando no processo serão necessários.

Quando se trabalha com freelancer é preciso lembrar que para você eles são um equipe, mas para eles não. O trabalho individualizado pode trazer prejuízos ao longo da produção. Códigos diferentes, modo de desenvolvimento não correspondente, atraso na produção, entre outros.  

Ao optar pela contratação da empresa, pode ser que o valor total do seu app se modifique, porém é possível ganhar em experiência e tempo.

Na Usemobile, por exemplo, trabalhos com times especializados para o desenvolvimento de cada plataforma de acordo com a posição de mercado. Além da segurança a contratação de uma organização séria é trazer a garantia contratual, que vêm atrelada ao nome da empresa.

Assim a qualidade do produto será garantida. Analise seu orçamento e escolha aquele que atenderá o objetivo do seu aplicativo.

Afinal, quanto custa um aplicativo?

Em média um aplicativo pode custar de 20 mil até 100 mil reais, variando de acordo com a demanda exigida para a criação do aplicativo e com a empresa que foi contratada para o desenvolvimento.

Se você precisa de um aplicativo, entre em contato com a Usemobile e faça um orçamento! Somos uma empresa que tem como maior motivação desenvolver aplicativos que impressionam as pessoas pela qualidade, praticidade e funcionalidade, de forma a torná-los essenciais para a vida dos usuários.


  • Laryssa Gabellini
  • Analista de redes sociais e marketing digital
  • Aquela mistura do "erre" do interior com o jeitinho mineiro de ser. Graduanda em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto. Curiosa, falante e alegre. Acredita muito em energia e conexão. Tem a gratidão como um exercício diário. Se viu apaixonada por comunicação e todo o universo agitado e dinâmico do Marketing. De sorriso fácil e conversas longas, dessa forma vai levando a vida.

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